Taxa de AET em Goiás: novo valor de R$ 96,25
A taxa estadual para emissão da Autorização Especial de Trânsito em Goiás foi atualizada em 2026. O valor anterior, de R$ 92,32, passou para R$ 96,25 por autorização. A diferença é de R$ 3,93 por emissão, equivalente a um reajuste de aproximadamente 4,26%.
O novo valor consta na tabela vigente da Taxa de Serviços Estaduais de Goiás. Para comparação, a tabela oficial de 2025 registrava R$ 92,32 para a emissão da AET.
Embora parte do mercado ainda utilize a expressão DER-GO, atualmente a competência para gerenciar e conceder AETs nas rodovias estaduais é da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes, a Goinfra, conforme o regulamento oficial da Agência.
O reajuste não deve ser analisado apenas como um acréscimo de R$ 3,93. Para transportadoras, embarcadores, empresas de locação de equipamentos, operadores de guindastes e negócios que trabalham com grandes frotas, o impacto é acumulativo. Além disso, a atualização exige revisão de orçamentos, contratos, previsões financeiras e rotinas de emissão.
Resumo da atualização da taxa de AET em Goiás
Informação | Valor |
Taxa vigente em 2025 | R$ 92,32 |
Nova taxa em 2026 | R$ 96,25 |
Aumento por emissão | R$ 3,93 |
Percentual aproximado | 4,26% |
Início da atualização das taxas estaduais | 1º de fevereiro de 2026 |
Órgão responsável pela AET estadual | Goinfra |
Tecnicamente, a cobrança em Goiás integra a Taxa de Serviços Estaduais. Por isso, neste artigo utilizamos a expressão taxa de emissão de AET. Não se deve confundir essa cobrança estadual com a Tarifa de Expedição de AET ou com a Tarifa de Utilização da Via aplicáveis em determinadas operações sob jurisdição federal.

Por que a taxa de AET foi reajustada em Goiás?
O aumento acompanha a atualização geral das taxas estaduais pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA. Segundo comunicação oficial do Governo de Goiás, a Taxa Estadual de Serviço e a Taxa Judiciária foram atualizadas em 4,26% a partir de 1º de fevereiro de 2026, percentual correspondente à variação do IPCA de 2025 apurada pelo IBGE. A atualização foi comunicada pela Secretaria de Estado da Economia por meio da Nota Informativa nº 1/2026, publicada no Diário Oficial do Estado em 20 de janeiro de 2026. A informação pode ser consultada na Agência Cora Coralina de Notícias, portal oficial do Governo de Goiás.
O cálculo confirma essa relação:
R$ 92,32 × 1,0426 = R$ 96,252832
Com o arredondamento para centavos, o resultado é R$ 96,25.
Portanto, o reajuste não indica uma mudança isolada na política de AETs. Ele faz parte da correção monetária das taxas estaduais. Para a empresa de transporte, porém, a origem inflacionária do aumento não elimina a necessidade de atualizar custos e controles internos.
O que é a AET e por que ela é indispensável?
A Autorização Especial de Trânsito é o documento que permite a circulação de veículos ou combinações de veículos que ultrapassem limites regulamentares de peso ou dimensões, respeitadas as condições, o percurso, a validade e as medidas de segurança estabelecidas pela autoridade responsável pela via.
O DNIT define a AET como o documento necessário para veículo ou combinação utilizada no transporte de carga que não se enquadre nos limites de peso e dimensões fixados pelo Conselho Nacional de Trânsito. Entre os limites gerais apresentados pelo órgão estão 4,40 metros de altura, 2,60 metros de largura e 57 toneladas de peso, além das regras específicas de comprimento, quantidade de eixos e configuração veicular.
A necessidade de AET aparece em operações com:
bitrens, rodotrens, tritrens e outras combinações de veículos de carga;
guindastes, caminhões munck, sondas e veículos especiais;
máquinas agrícolas e equipamentos de construção civil;
transformadores, reatores e equipamentos industriais;
estruturas metálicas, silos e peças de grandes dimensões;
pás, torres e componentes de projetos eólicos;
cargas indivisíveis com excesso de peso, largura, altura ou comprimento.
É importante observar que a autorização é concedida pela autoridade com circunscrição sobre a via. Uma viagem que atravesse rodovias estaduais, rodovias federais e trechos concedidos pode exigir autorizações, consultas e procedimentos diferentes. A AET emitida para uma jurisdição não deve ser automaticamente considerada suficiente para todo o percurso.
O tamanho do mercado rodoviário ajuda a dimensionar a importância da gestão de AETs
O transporte rodoviário responde por cerca de 65% da movimentação de cargas no Brasil. Quando minérios e combustíveis são retirados da análise, a participação das rodovias sobe para aproximadamente 85%, segundo dados divulgados em 2026 pelo Ministério de Portos e Aeroportos.
Outro levantamento oficial ajuda a demonstrar a escala do setor. A Polícia Rodoviária Federal informou que o mercado formal reunia cerca de 600 mil caminhoneiros autônomos, 200 mil empresas e 482 cooperativas cadastradas no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas. A publicação também apontou uma frota de aproximadamente 7,9 milhões de caminhões e carretas e mais de 175 milhões de toneladas transportadas em 2024 em grupos como granéis sólidos e combustíveis.
Esses números não representam o total de veículos que necessitam de AET, mas mostram a dimensão do ambiente operacional no qual as autorizações especiais estão inseridas.
Goiás possui uma frota expressiva e uma malha rodoviária estratégica
Dados da Senatran referentes a dezembro de 2025 registraram 5.139.959 veículos em Goiás.
Dentro desse total estavam:
133.797 caminhões;
49.624 caminhões tratores;
74.166 semirreboques;
285.162 reboques.
Somadas, essas quatro categorias representam 542.749 veículos e implementos registrados. O cálculo foi realizado com base na planilha oficial Frota por Unidade da Federação e Tipo de Veículo, dezembro de 2025, publicada pelo Ministério dos Transportes.
Esse total não equivale à quantidade de veículos sujeitos à AET. Caminhões, reboques e semirreboques podem operar dentro dos limites regulamentares, e uma única composição pode reunir mais de um item registrado. Ainda assim, a base confirma que Goiás possui uma estrutura relevante de transporte pesado e implementos rodoviários.
A malha sob responsabilidade estadual também é extensa. A Goinfra informa que administra 21.599,80 quilômetros de rodovias, sendo 12.716,60 quilômetros pavimentados e 8.883,20 quilômetros não pavimentados. Os dados estão disponíveis na página oficial do programa de manutenção das rodovias estaduais.
Na Pesquisa CNT de Rodovias 2025, foram avaliados 7.684 quilômetros em Goiás, incluindo trechos federais e estaduais. Desse total, 46,8% receberam classificação boa ou ótima, de acordo com divulgação da Goinfra sobre os resultados da pesquisa.
Para o transporte especial, a extensão e as condições da malha reforçam a importância de verificar pontes, viadutos, restrições geométricas, pavimento, sinalização, intervenções, horários permitidos e condições de circulação antes da viagem. O mapa mais curto nem sempre representa o percurso tecnicamente viável.
Agronegócio, indústria e infraestrutura ampliam a circulação de equipamentos especiais
Goiás ocupa posição estratégica na produção agropecuária brasileira. Em junho de 2025, o IBGE estimou uma produção de 20,2 milhões de toneladas de soja no estado, crescimento de 19,1% em comparação com o ano anterior. Os números estão no Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do IBGE.
O volume de grãos não pode ser convertido diretamente em quantidade de AETs. Essa relação seria tecnicamente incorreta. O dado, contudo, ajuda a explicar a intensidade logística do estado e a demanda por máquinas agrícolas, colheitadeiras, implementos, silos, equipamentos de armazenagem e estruturas industriais. Parte desses equipamentos, quando excede os limites regulamentares, depende de transporte especial e autorização específica.
Além do agronegócio, projetos de energia, construção, mineração, saneamento e infraestrutura movimentam transformadores, guindastes, estruturas metálicas, máquinas e componentes de grandes dimensões. São operações nas quais a AET representa apenas uma parte de uma cadeia que pode envolver engenharia, estudo de viabilidade, escolta, programação de passagem e articulação com concessionárias e autoridades.
Qual é o impacto financeiro real do reajuste?
O aumento unitário é de R$ 3,93. Quando a empresa trabalha com muitas emissões, o efeito acumulado se torna relevante.
Quantidade de emissões | Custo pelo valor anterior | Custo pelo novo valor | Acréscimo total |
1 | R$ 92,32 | R$ 96,25 | R$ 3,93 |
10 | R$ 923,20 | R$ 962,50 | R$ 39,30 |
50 | R$ 4.616,00 | R$ 4.812,50 | R$ 196,50 |
100 | R$ 9.232,00 | R$ 9.625,00 | R$ 393,00 |
250 | R$ 23.080,00 | R$ 24.062,50 | R$ 982,50 |
500 | R$ 46.160,00 | R$ 48.125,00 | R$ 1.965,00 |
1.000 | R$ 92.320,00 | R$ 96.250,00 | R$ 3.930,00 |
Uma operação com 100 emissões por mês chega a 1.200 emissões em 12 meses. Nesse cenário, o reajuste representa um acréscimo anual de R$ 4.716,00 apenas na taxa estadual de emissão.
Essa simulação considera exclusivamente a taxa de R$ 96,25. Não estão incluídos honorários, tarifas relacionadas ao uso da via, pedágios, escolta, serviços operacionais, projetos de engenharia, estudos de viabilidade ou outras cobranças eventualmente aplicáveis.
O maior risco não está nos R$ 3,93
O aumento da taxa é objetivo e mensurável. Os custos mais perigosos, porém, costumam surgir da falta de controle:
emissão duplicada quando já existe autorização válida e compatível;
renovação antecipada sem necessidade operacional;
perda de validade por ausência de alertas;
erro de placa, configuração, peso, dimensão ou percurso;
pagamento de taxa sem aproveitamento operacional da autorização;
orçamento elaborado com tabela antiga;
ausência de previsão financeira por filial, frota, órgão ou operação;
paralisação do veículo por documentação inadequada;
necessidade de refazer protocolos por inconsistências cadastrais;
escolha de percurso incompatível com a carga ou o conjunto transportador.
Há uma comparação que mostra por que a gestão pode ser mais importante do que o próprio reajuste. Uma emissão desnecessária pelo novo valor custa R$ 96,25. Esse valor corresponde ao acréscimo unitário de aproximadamente 24 emissões, pois R$ 96,25 dividido por R$ 3,93 resulta em cerca de 24,5.
Em outras palavras, evitar uma única emissão duplicada pode compensar matematicamente o aumento aplicado sobre cerca de 24 outras autorizações. Essa comparação considera apenas a taxa estadual e não inclui os demais custos do processo.
Como a ExcedFlex pode ajudar após o reajuste da AET em Goiás?
A ExcedFlex atua na emissão e na gestão de AETs para órgãos estaduais e para o DNIT. Neste momento, a plataforma e a assessoria especializada podem contribuir em áreas diretamente relacionadas ao impacto do reajuste.
1. Previsão de gastos com AETs
O software ExcedFlex possui dashboard com previsão de gastos mensais e anuais, além de informações financeiras e licenças vencidas. Esse recurso ajuda o gestor a incorporar o novo valor ao orçamento e acompanhar o custo real das autorizações.
2. Identificação de possíveis duplicidades
A plataforma armazena os dados das AETs emitidas e verifica a existência de autorização válida com configurações semelhantes, considerando itens como placas, implementos e órgão emissor. Antes de solicitar uma nova emissão, a empresa pode verificar se já existe uma licença aproveitável para aquela composição e operação.
Essa análise deve sempre respeitar validade, percurso, configuração, condições e restrições da autorização existente. O objetivo não é reutilizar uma AET de forma indevida, mas evitar pedidos desnecessários quando já houver cobertura documental válida.
3. Controle de validade e renovação
O sistema envia alertas de validade com 30 dias de antecedência e permite visualizar custos aproximados de renovação. Isso favorece uma decisão planejada: renovar as autorizações realmente necessárias, priorizar operações próximas e evitar tanto o vencimento inesperado quanto a renovação indiscriminada.
4. Acompanhamento do processo de emissão
O gestor consegue acompanhar se o pedido foi protocolado, se a taxa foi expedida e paga, se a autorização foi liberada e se o documento foi enviado. A visibilidade do andamento reduz a dependência de controles paralelos e facilita a identificação de pendências.
5. Cadastro técnico da frota
Medidas, tara, distância entre eixos, carroceria, largura, documentos e outras informações técnicas podem ser organizadas na plataforma. Quanto maior a qualidade do cadastro, menor tende a ser o risco de inconsistências na solicitação.
6. Gestão de combinações e rodízios
O sistema auxilia na organização de conjuntos principais, placas adicionais, rodízios e possíveis substituições de cavalos mecânicos. Essa funcionalidade é especialmente relevante para frotas com bitrens, rodotrens, tritrens e diferentes combinações de implementos.
7. Emissões em diferentes jurisdições
Uma operação interestadual pode envolver órgãos estaduais, DNIT e concessionárias. A ExcedFlex realiza emissões de AET para órgãos estaduais e federal e centraliza as informações, o que facilita a visão documental do percurso completo.
8. Apoio técnico além da emissão
Dependendo das características da carga, emitir a AET não encerra o planejamento. A ExcedFlex também oferece viabilidade técnica do percurso, engenharia especializada, escolta credenciada e assessoria para cargas indivisíveis e excedentes.
Entre os serviços de engenharia apresentados pela empresa estão Laudo Técnico Estrutural, Estudo de Viabilidade Geométrica e análise de nível de serviço. Essa estrutura é importante quando a operação exige avaliação de pontes, viadutos, curvas, acessos, interferências, horários ou condições especiais de circulação.
A ExcedFlex reduz a taxa oficial?
Não. A taxa de R$ 96,25 é uma cobrança oficial do Estado de Goiás e não pode ser eliminada por uma plataforma privada. O papel da ExcedFlex é atuar sobre aquilo que a transportadora consegue controlar:
quantidade de pedidos realmente necessários;
qualidade das informações enviadas;
organização das autorizações vigentes;
previsão e acompanhamento dos custos;
controle de vencimentos;
redução de duplicidades;
gestão de documentos e configurações da frota;
planejamento técnico e operacional do percurso.
Essa distinção é importante. Tecnologia não remove uma obrigação legal, mas pode reduzir desperdícios, retrabalho e falta de previsibilidade.
Plano de ação para transportadoras e gestores de frota
Com o novo valor em vigor, recomenda-se revisar imediatamente os seguintes pontos:
atualizar a taxa de Goiás para R$ 96,25 nos sistemas, planilhas e tabelas internas;
revisar propostas comerciais que ainda utilizem o valor de R$ 92,32;
separar a taxa oficial dos honorários e das demais tarifas da operação;
verificar a quantidade média mensal e anual de emissões em Goiás;
calcular o impacto do reajuste por cliente, centro de custo, filial ou operação;
auditar AETs válidas antes de iniciar um novo pedido;
conferir placas, implementos, peso, dimensões, percurso e validade;
identificar todas as jurisdições existentes na rota;
programar renovações com base na necessidade real da frota;
avaliar antecipadamente a necessidade de engenharia, escolta ou consulta de viabilidade;
guardar comprovantes de pagamento, protocolos e documentos liberados;
acompanhar novas atualizações dos órgãos responsáveis.
O que os dados disponíveis não permitem afirmar
Durante a elaboração desta análise, não foi identificada uma base pública consolidada da Goinfra com o número anual de AETs emitidas em Goiás. Por esse motivo, o artigo não estima a arrecadação estadual com a taxa nem projeta uma quantidade total de autorizações.
Também não é correto usar o total de caminhões, reboques e semirreboques registrados no estado como se todos dependessem de AET. A obrigação decorre das características do veículo, da combinação, da carga, do peso, das dimensões, do percurso e das normas aplicáveis.
Essas limitações não diminuem a relevância do reajuste. Elas apenas impedem que números de frota sejam transformados, sem base técnica, em um volume fictício de AETs.
Perguntas frequentes sobre o reajuste da AET em Goiás
Qual é o novo valor da taxa de AET em Goiás?
O valor vigente para emissão da Autorização Especial de Trânsito em Goiás é de R$ 96,25 por documento, conforme a tabela da Taxa de Serviços Estaduais.
Qual era o valor anterior?
Em 2025, a taxa para emissão da AET era de R$ 92,32.
Qual foi o percentual de reajuste?
O aumento foi de aproximadamente 4,26%, correspondente a uma diferença de R$ 3,93 por emissão.
Quando o reajuste entrou em vigor?
A atualização geral das taxas estaduais de Goiás passou a valer em 1º de fevereiro de 2026.
A AET em Goiás é emitida pelo DER-GO ou pela Goinfra?
A expressão DER-GO ainda é utilizada por parte do mercado, mas o órgão atualmente responsável por gerenciar e conceder AETs nas rodovias estaduais é a Goinfra.
O valor de R$ 96,25 representa o custo total da operação?
Não. Esse valor corresponde à taxa estadual de emissão. A operação pode envolver outros custos, como serviços especializados, tarifas de utilização da via, pedágios, escolta, engenharia, programação de passagem e estudos de viabilidade.
Uma AET emitida em Goiás vale em rodovias federais?
Não automaticamente. A autorização é emitida pela autoridade responsável pela via. Se o percurso incluir rodovias federais, estaduais de outros estados ou trechos concedidos, devem ser verificadas as exigências de cada jurisdição.
Como evitar gastos desnecessários com AETs?
A empresa deve conferir se já existe uma autorização válida e compatível, organizar vencimentos, manter o cadastro técnico da frota atualizado, planejar renovações e centralizar os custos e documentos. O software ExcedFlex oferece recursos voltados para
essas rotinas.
O aumento da taxa de AET em Goiás de R$ 92,32 para R$ 96,25 acompanha a correção de 4,26% das taxas estaduais pelo IPCA. Isoladamente, a diferença de R$ 3,93 parece pequena. Em operações de grande volume, entretanto, o valor acumulado precisa ser incorporado aos orçamentos e aos contratos.
Mais importante do que absorver o reajuste é impedir que emissões duplicadas, licenças vencidas, dados incorretos e falta de planejamento produzam custos muito maiores.
A ExcedFlex reúne emissão, controle de vencimentos, previsão financeira, cadastro técnico, gestão de combinações, acompanhamento de pedidos e serviços especializados para o transporte de cargas indivisíveis e excedentes.
Se sua empresa emite AETs em Goiás ou administra autorizações em diferentes estados e órgãos, entre em contato com a ExcedFlex e centralize a gestão da operação.
WhatsApp: (11) 94979-3736
Fontes consultadas
Secretaria da Economia de Goiás, tabela vigente da Taxa de Serviços Estaduais: https://appasp.economia.go.gov.br/legislacao/arquivos/CTE/Anexos/ANEXO_03_TSE.htm
Secretaria da Economia de Goiás, tabela de taxas de 2025: https://appasp.economia.go.gov.br/legislacao/arquivos/Cte/Anexos/taxas_valores_anteriores/ANEXO_03_TSE_2025.htm
Governo de Goiás, atualização das taxas estaduais pelo IPCA: https://agencia.go.gov.br/taxas-da-agrodefesa-sofrem-rejuste-a-partir-deste-domingo/
Goinfra, competências e concessão de AETs: https://www.goinfra.go.gov.br/Regulamento-da-Goinfra/231
DNIT, definição e regras gerais de AET: https://www.gov.br/dnit/pt-br/assuntos/infraestrutura-rodoviaria/aet
Ministério de Portos e Aeroportos, participação do modal rodoviário: https://www.gov.br/portos-e-aeroportos/pt-br/assuntos/noticias/2026/06/br-do-mar-fortalece-a-cabotagem-para-uma-logistica-mais-eficiente-sustentavel
Polícia Rodoviária Federal, números do transporte rodoviário de cargas: https://www.gov.br/prf/pt-br/noticias/nacionais/2025/marco/prf-fiscaliza-tempo-de-direcao-de-caminhoneiros/
Senatran, frota por Unidade da Federação e tipo de veículo em dezembro de 2025: https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/transito/conteudo-Senatran/arquivos-renavam-2025/FrotaporUFeTipodeveiculoDEZEMBRO2025.xlsx
Goinfra, extensão da malha rodoviária estadual: https://www.goinfra.go.gov.br/manutenCAo-de-rodovias-pavimentadas-e-nAo-pavimentadas/153
Goinfra, resultados da Pesquisa CNT de Rodovias 2025 em Goiás: https://www.goinfra.go.gov.br/noticias/goias-avanca-11-posicoes-em-ranking-nacional-de-qualidade-de-rodovias/214160
IBGE, estimativa da produção de soja em Goiás: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/43952-em-junho-ibge-preve-safra-de-333-3-milhoes-de-toneladas-para-2025
ExcedFlex, software para gestão de AETs: https://www.excedflex.com.br/software
ExcedFlex, serviços de emissão, engenharia e escolta: https://www.excedflex.com.br/servicos



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